PROFLORESTAS pode te salvar da marginalidade
As FLORESTAS são bens planetários e a humanidade seus fiéis depositários perante ao Senhor.
Quem sou eu
- AC Capitão Carbono
- Joinville, SC, Brazil
- Um cidadão comum, cujo sonho é legar a reprogramação dos recursos ambientais para as futuras gerações, com a ousadia de plantar 60.000.000 árvores beira rios até 2015 a partir de 2011, o ano internacional das florestas
segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
domingo, 23 de novembro de 2025
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
REFLORESTAS REDD+
Sinergia de REDD+ com as Metas de Aichi
Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB)
Em 2010, na 10ª Conferência das Partes da Convenção da Diversidade
Biológica (CD B), foram definidas 20 metas estratégicas
para a biodiversidade até 2020. Essas metas, chamadas de
“Metas de biodiversidade” ou “Metas de Aichi” (veja o quadro ao
lado) visam inspirar ações em larga escala por parte de governos
e grupos de interesse. O potencial de sinergia entre os objetivos
da Convenção da Diversidade Biológica e da Convenção de
Clima no Brasil pode ser fortalecido pela Estratégia Nacional de
REDD +, por meio de políticas e medidas que promovam esforços
combinados de redução de emissões, aumento de estoques e
conservação da biodiversidade.
A Meta 3 incide em eliminar incentivos lesivos às florestas, e
implementar incentivos positivos. Incentivos lesivos incluem o
crédito a atividades rurais e agroindustriais concedidos sem
considerar critérios socioambientais suficientes9. Incentivos positivos
incluem o Bolsa Verde, o ICMS ecológico, o Programa de
Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade, e o
Programa de Restauração Ambiental em Propriedades Rurais11 .
A Meta 5 trata de objetivos da redução da perda dos habitats florestais.
Quanto a conservação e incremento de estoques de carbono
florestal, vale ressaltar que o Brasil já possui 17,1% de sua área
continental protegida em unidades de conservação* como indica
a Meta 11. Já a Meta 14 indica a restauração e preservação de
ecossistemas provedores de serviços ecossistêmicos. As chamadas
APP s, “áreas de preservação permanente” (APP s são as áreas
de vegetação nativa ao longo de rios e cursos d’água, nascentes
e topos de morro, por exemplo), definidas no Código Florestal em
vigor, são áreas sensíveis em ecossistemas que provêm a conservação
dos recursos hídricos e do solo e manutenção da produtividade
natural. Mapeamento recente da extensão total das APP s
no país (103 milhões de hectares) e sua cobertura florestal identificou
um déficit de vegetação natural de 44 milhões de hectares,
ou 43% 12. A recuperação dessas áreas, além da redução da
fragmentação florestal (Meta 4) e a interligação de áreas protegidas
(Meta 5) poderão ser contempladas pela Estratégia Nacional, que
busca sinergia com a política nacional de biodiversidade para integração
de suas ações e objetivos comuns.
*(CNUC /MMA – www.mma.gov.br/cadastro_uc) Atualizado em 31/01/2012
Meta 3 Até 2020, no mais tardar, incentivos lesivos à biodiversidade,
inclusive os chamados subsídios perversos, serão eliminados
ou reformados, ou estarão em vias de eliminação, visando minimizar
ou evitar seus impactos negativos. Incentivos positivos para a
conservação e uso sustentável de biodiversidade serão elaborados
e aplicados, de forma consistente e em conformidade com a CD B e
outros compromissos internacionais relevantes, levando em conta
condições socioeconômicas nacionais.
Meta 4 Até 2020, no mais tardar, governos, setor privado e grupos
de interesse em todos os níveis adotarão medidas ou implementarão
planos de produção e consumo sustentáveis e conseguirão
restringir os impactos da utilização de recursos naturais dentro de
limites ecológicos seguros.
Meta 5 Até 2020, a taxa de perda de todos os habitats nativos,
inclusive florestas, será reduzida para pelo menos a metade e,
na medida do possível, levada a perto de zero, e a degradação e
fragmentação também serão reduzidas significativamente.
Meta 7 Até 2020, áreas sob agricultura, piscicultura e silvicultura
serão manejadas de forma sustentável, assegurando a conservação
da biodiversidade.
Meta 11 Até 2020, pelo menos 17% de áreas terrestres e de
águas continentais e 10% de áreas marinhas e costeiras, especialmente
as de especial importância para a biodiversidade e
serviços ecossistêmicos, serão conservadas por meio de sistemas
de áreas protegidas, geridas de maneira efetiva e equitativa,
ecologicamente representativas e satisfatoriamente interligadas e
por outras medidas espaciais de conservação, e integradas em
paisagens terrestres e marinhas mais amplas.
Meta 14 Até 2020, ecossistemas provedores de serviços essenciais,
inclusive os relativos à água e que contribuem à saúde,
meios de vida e bem-estar, serão restaurados e preservados,
levando em conta as necessidades de mulheres, comunidades
indígenas e locais, e de pobres e vulneráveis
Meta 15 Até 2020, a resiliência de ecossistemas e a contribuição
da biodiversidade para estoques de carbono serão aumentadas
por meio de ações de conservação e recuperação, incluindo a
recuperação de pelo menos 15% dos ecossistemas degradados
- contribuindo para mitigação e a adaptação frente às mudanças
climáticas , e ainda para o combate à desertificação.
Metas de Aichi relacionadas a REDD+
Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB)
Em 2010, na 10ª Conferência das Partes da Convenção da Diversidade
Biológica (CD B), foram definidas 20 metas estratégicas
para a biodiversidade até 2020. Essas metas, chamadas de
“Metas de biodiversidade” ou “Metas de Aichi” (veja o quadro ao
lado) visam inspirar ações em larga escala por parte de governos
e grupos de interesse. O potencial de sinergia entre os objetivos
da Convenção da Diversidade Biológica e da Convenção de
Clima no Brasil pode ser fortalecido pela Estratégia Nacional de
REDD +, por meio de políticas e medidas que promovam esforços
combinados de redução de emissões, aumento de estoques e
conservação da biodiversidade.
A Meta 3 incide em eliminar incentivos lesivos às florestas, e
implementar incentivos positivos. Incentivos lesivos incluem o
crédito a atividades rurais e agroindustriais concedidos sem
considerar critérios socioambientais suficientes9. Incentivos positivos
incluem o Bolsa Verde, o ICMS ecológico, o Programa de
Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade, e o
Programa de Restauração Ambiental em Propriedades Rurais11 .
A Meta 5 trata de objetivos da redução da perda dos habitats florestais.
Quanto a conservação e incremento de estoques de carbono
florestal, vale ressaltar que o Brasil já possui 17,1% de sua área
continental protegida em unidades de conservação* como indica
a Meta 11. Já a Meta 14 indica a restauração e preservação de
ecossistemas provedores de serviços ecossistêmicos. As chamadas
APP s, “áreas de preservação permanente” (APP s são as áreas
de vegetação nativa ao longo de rios e cursos d’água, nascentes
e topos de morro, por exemplo), definidas no Código Florestal em
vigor, são áreas sensíveis em ecossistemas que provêm a conservação
dos recursos hídricos e do solo e manutenção da produtividade
natural. Mapeamento recente da extensão total das APP s
no país (103 milhões de hectares) e sua cobertura florestal identificou
um déficit de vegetação natural de 44 milhões de hectares,
ou 43% 12. A recuperação dessas áreas, além da redução da
fragmentação florestal (Meta 4) e a interligação de áreas protegidas
(Meta 5) poderão ser contempladas pela Estratégia Nacional, que
busca sinergia com a política nacional de biodiversidade para integração
de suas ações e objetivos comuns.
*(CNUC /MMA – www.mma.gov.br/cadastro_uc) Atualizado em 31/01/2012
Meta 3 Até 2020, no mais tardar, incentivos lesivos à biodiversidade,
inclusive os chamados subsídios perversos, serão eliminados
ou reformados, ou estarão em vias de eliminação, visando minimizar
ou evitar seus impactos negativos. Incentivos positivos para a
conservação e uso sustentável de biodiversidade serão elaborados
e aplicados, de forma consistente e em conformidade com a CD B e
outros compromissos internacionais relevantes, levando em conta
condições socioeconômicas nacionais.
Meta 4 Até 2020, no mais tardar, governos, setor privado e grupos
de interesse em todos os níveis adotarão medidas ou implementarão
planos de produção e consumo sustentáveis e conseguirão
restringir os impactos da utilização de recursos naturais dentro de
limites ecológicos seguros.
Meta 5 Até 2020, a taxa de perda de todos os habitats nativos,
inclusive florestas, será reduzida para pelo menos a metade e,
na medida do possível, levada a perto de zero, e a degradação e
fragmentação também serão reduzidas significativamente.
Meta 7 Até 2020, áreas sob agricultura, piscicultura e silvicultura
serão manejadas de forma sustentável, assegurando a conservação
da biodiversidade.
Meta 11 Até 2020, pelo menos 17% de áreas terrestres e de
águas continentais e 10% de áreas marinhas e costeiras, especialmente
as de especial importância para a biodiversidade e
serviços ecossistêmicos, serão conservadas por meio de sistemas
de áreas protegidas, geridas de maneira efetiva e equitativa,
ecologicamente representativas e satisfatoriamente interligadas e
por outras medidas espaciais de conservação, e integradas em
paisagens terrestres e marinhas mais amplas.
Meta 14 Até 2020, ecossistemas provedores de serviços essenciais,
inclusive os relativos à água e que contribuem à saúde,
meios de vida e bem-estar, serão restaurados e preservados,
levando em conta as necessidades de mulheres, comunidades
indígenas e locais, e de pobres e vulneráveis
Meta 15 Até 2020, a resiliência de ecossistemas e a contribuição
da biodiversidade para estoques de carbono serão aumentadas
por meio de ações de conservação e recuperação, incluindo a
recuperação de pelo menos 15% dos ecossistemas degradados
- contribuindo para mitigação e a adaptação frente às mudanças
climáticas , e ainda para o combate à desertificação.
Metas de Aichi relacionadas a REDD+
terça-feira, 5 de junho de 2012
SantaFé DJC o que diz o MMA sobre
Assunto:
Origem: Análise e parecer sobre o Sistema Santa Fé BIOAgroFlorestais
DFLOR/SBF/MMA
PARECER: s/n/2012/DFLOR/SBF
Ref: Sistema SantaFé de BioAgroFlorestas VICS
Antonio brasilforestsa@gmail.com para - Biodiversidade e Florestas sbf@mma.gov.br em 26/05/2012, retransmitido ao técnico em 28/05/12, com cópia o demandante.
1. Análise e Parecer
1.1. Trata de Parecer, de caráter informal, em resposta à solicitação do Sr. Chefe de Gabinete, pela análise e ponderação acerca de projeto que envolve plantio, reflorestamento, em municípios brasileiros, com impactos econômicos e ambientais, logo avocando-se aqui impactos sociais, beneficiando de forma múltipla a população brasileira, propiciando inovação na política pública voltada ao meio ambiente e ao bem estar humano.
1.2. A solicitação também se presta, no caso de uma avaliação positiva, a reforçar o valor do projeto junto à instituições financeiras que possam servir como fontes de financiamento ao projeto em tela.
1.3. O projeto está assentado em normas técnicas tradicionais de plantio e fornecimento de mudas, está de acordo com o padrão exigido para a elaboração da infra-estrutura necessária e o orçamento confere.
1.4. Importante salientar que aqui trata-se de ponderamento construtivo, uma vez que o projeto ostenta envergadura audaciosa – em cada município brasileiro e precisa primeiro ser testado em escala experimental, como o responsável está executando, não pelo fato do reflorestamento em si, mas pelo retorno que se espera, do ponto de vista econômico, ao adentrar as iniciativas de recuperação via créditos de carbono, como cotação em euros, por exemplo. Projetos deste tipo ensejam ciclos de duração médios ou longos e ainda testam o dinamismo dos mercados financeiros, onde nem seus agentes de financiamento gozam de perfeita certeza da segurança do retorno do capital investido. Neste contexto, experimentos mais localizados são sempre desejados. O que não impede que uma metodologia que esteja funcionando não seja replicada em escala maior, por exemplo.
1.5. Um outro aspecto importante a se tratar é que, no campo das políticas públicas, especialmente no lide de terras, o primeiro passo, que me parece fundamental no caso do Sistema Santa Fé de BioAgroFlorestas proposto, é o da correta destinação das terras, e isto é de uma dificuldade hercúlea, justamente pelo valor econômico, ambiental e social da propriedade conferido pelo grupo de leis vigentes no país.
1.6. Pode ser necessário que se pondere que só pelo início do levantamento para o arrendamento, compra ou parceria, haja, por puro mecanismo mercadológico mesmo, desvio na valoração da propriedade ou da terra que seja, desviando os valores previstos em pré-projeto e isto, note-se, é apenas uma hipótese ad-hoc que nem adentra na questão da técnica florestal em si. Por isto, o projeto é interessante, requerendo, do ponto de vista metodológico, refinamento e experimentação para que se insira graus de segurança nele, como assim se propõe.
1.7. Uma outra questão a ser levantada é a do uso de imageamento de satélites como o GoogleEarth® para a verificação de cobertura vegetal. Apesar de boa ferramenta, o imageamento do Google® não nos dá uma precisão acurada por ser elaborado por mosaicos de passagens em períodos distintos, ou seja pode ser a composição para municípios brasileiros em dias, meses e anos distintos. Nem é possível prever a cobertura dos municípios. Ainda temos dificuldades com parcela dos municípios do Norte pela cobertura de nuvens em boa parte do ano, por exemplo. Entretanto é de serventia para a identificação de áreas ciliares devastadas e posterior diligência, como está proposto.
1.8. Finalmente, é preciso observar a nova lei florestal brasileira, promulgada em 28 de maio do corrente – Lei nº 12.651/2012, que propõe um regramento sobre o uso de espécies exóticas em matas ciliares.
2. Conclusão
2.1. Pelo exposto acima, informo ao solicitante que o projeto de sua autoria, vinculado ao Sistema SantaFé BioAgroFloresta tem o mérito da boa iniciativa e viabilidade técnica. No entanto, é positivo, inicialmente, que seja mantido em caráter experimental apenas, redimensionado para estas características.
Brasília/DF, 05 de junho de 2012
FELIPE MONTEIRO DINIZ
Analista Ambiental
DFlor/SBF
Email de resposta e agradecimento:
Muito obrigado MMA em especial ao analista Felipe Diniz,
Estamos de acôrdo em todos os pontos e o modêlo experimental é o que trato para demonstrar a ecoeconomia social de mercado.
Rigorosamente são duas ações em uma, a de repovoação das matas ciliares devastadadas seja 30 (código atual) ou 15 mts de cada borda, como parece que o será. Isso se viabiliza pela ação do SOS Mata Atlântica q remunera 0,50 por muda, o suficiente para cobrir custos e outra pelo plantio de eucaliptos (pq é o q mais está cientificamente enriquecido mas poderá ser a Teca, Mogno ou Guanandi). Ressalte-se que deverá haver distância adequada entre as novas florestas e entre elas, o cultivo de alimentos.
O Google, serve apenas para orientar as visitas necessárias para oferecermos as mudas nativas, o que não substitui informações que, em breve, contarei com o MMA para definir municípios prioritários.
Para efeito de curiosidade, as matas nativas NOVAS, em reposição ás derrubadas, são passíveis de projetos de captura/compensação de carbono, o que as antigas não poderiam fazer pq respiram e exalam a mesma quantidade de CO2, isto é o lado positivo dos crimes já praticados.
Estou encaminhando a proposta ao B.B. para o ABC e mantenho-o informado.
Estou certo de comprovar uma utilidade como ferramenta de reprogramação sistemática de florestas
Sugiro nos manter em comunicação via Facebook, sendo o meu, www.facebook.com/meioambienteproflorestas.
1 forte e fraterno abraço
ac
Origem: Análise e parecer sobre o Sistema Santa Fé BIOAgroFlorestais
DFLOR/SBF/MMA
PARECER: s/n/2012/DFLOR/SBF
Ref: Sistema SantaFé de BioAgroFlorestas VICS
Antonio brasilforestsa@gmail.com para - Biodiversidade e Florestas sbf@mma.gov.br em 26/05/2012, retransmitido ao técnico em 28/05/12, com cópia o demandante.
1. Análise e Parecer
1.1. Trata de Parecer, de caráter informal, em resposta à solicitação do Sr. Chefe de Gabinete, pela análise e ponderação acerca de projeto que envolve plantio, reflorestamento, em municípios brasileiros, com impactos econômicos e ambientais, logo avocando-se aqui impactos sociais, beneficiando de forma múltipla a população brasileira, propiciando inovação na política pública voltada ao meio ambiente e ao bem estar humano.
1.2. A solicitação também se presta, no caso de uma avaliação positiva, a reforçar o valor do projeto junto à instituições financeiras que possam servir como fontes de financiamento ao projeto em tela.
1.3. O projeto está assentado em normas técnicas tradicionais de plantio e fornecimento de mudas, está de acordo com o padrão exigido para a elaboração da infra-estrutura necessária e o orçamento confere.
1.4. Importante salientar que aqui trata-se de ponderamento construtivo, uma vez que o projeto ostenta envergadura audaciosa – em cada município brasileiro e precisa primeiro ser testado em escala experimental, como o responsável está executando, não pelo fato do reflorestamento em si, mas pelo retorno que se espera, do ponto de vista econômico, ao adentrar as iniciativas de recuperação via créditos de carbono, como cotação em euros, por exemplo. Projetos deste tipo ensejam ciclos de duração médios ou longos e ainda testam o dinamismo dos mercados financeiros, onde nem seus agentes de financiamento gozam de perfeita certeza da segurança do retorno do capital investido. Neste contexto, experimentos mais localizados são sempre desejados. O que não impede que uma metodologia que esteja funcionando não seja replicada em escala maior, por exemplo.
1.5. Um outro aspecto importante a se tratar é que, no campo das políticas públicas, especialmente no lide de terras, o primeiro passo, que me parece fundamental no caso do Sistema Santa Fé de BioAgroFlorestas proposto, é o da correta destinação das terras, e isto é de uma dificuldade hercúlea, justamente pelo valor econômico, ambiental e social da propriedade conferido pelo grupo de leis vigentes no país.
1.6. Pode ser necessário que se pondere que só pelo início do levantamento para o arrendamento, compra ou parceria, haja, por puro mecanismo mercadológico mesmo, desvio na valoração da propriedade ou da terra que seja, desviando os valores previstos em pré-projeto e isto, note-se, é apenas uma hipótese ad-hoc que nem adentra na questão da técnica florestal em si. Por isto, o projeto é interessante, requerendo, do ponto de vista metodológico, refinamento e experimentação para que se insira graus de segurança nele, como assim se propõe.
1.7. Uma outra questão a ser levantada é a do uso de imageamento de satélites como o GoogleEarth® para a verificação de cobertura vegetal. Apesar de boa ferramenta, o imageamento do Google® não nos dá uma precisão acurada por ser elaborado por mosaicos de passagens em períodos distintos, ou seja pode ser a composição para municípios brasileiros em dias, meses e anos distintos. Nem é possível prever a cobertura dos municípios. Ainda temos dificuldades com parcela dos municípios do Norte pela cobertura de nuvens em boa parte do ano, por exemplo. Entretanto é de serventia para a identificação de áreas ciliares devastadas e posterior diligência, como está proposto.
1.8. Finalmente, é preciso observar a nova lei florestal brasileira, promulgada em 28 de maio do corrente – Lei nº 12.651/2012, que propõe um regramento sobre o uso de espécies exóticas em matas ciliares.
2. Conclusão
2.1. Pelo exposto acima, informo ao solicitante que o projeto de sua autoria, vinculado ao Sistema SantaFé BioAgroFloresta tem o mérito da boa iniciativa e viabilidade técnica. No entanto, é positivo, inicialmente, que seja mantido em caráter experimental apenas, redimensionado para estas características.
Brasília/DF, 05 de junho de 2012
FELIPE MONTEIRO DINIZ
Analista Ambiental
DFlor/SBF
Email de resposta e agradecimento:
Muito obrigado MMA em especial ao analista Felipe Diniz,
Estamos de acôrdo em todos os pontos e o modêlo experimental é o que trato para demonstrar a ecoeconomia social de mercado.
Rigorosamente são duas ações em uma, a de repovoação das matas ciliares devastadadas seja 30 (código atual) ou 15 mts de cada borda, como parece que o será. Isso se viabiliza pela ação do SOS Mata Atlântica q remunera 0,50 por muda, o suficiente para cobrir custos e outra pelo plantio de eucaliptos (pq é o q mais está cientificamente enriquecido mas poderá ser a Teca, Mogno ou Guanandi). Ressalte-se que deverá haver distância adequada entre as novas florestas e entre elas, o cultivo de alimentos.
O Google, serve apenas para orientar as visitas necessárias para oferecermos as mudas nativas, o que não substitui informações que, em breve, contarei com o MMA para definir municípios prioritários.
Para efeito de curiosidade, as matas nativas NOVAS, em reposição ás derrubadas, são passíveis de projetos de captura/compensação de carbono, o que as antigas não poderiam fazer pq respiram e exalam a mesma quantidade de CO2, isto é o lado positivo dos crimes já praticados.
Estou encaminhando a proposta ao B.B. para o ABC e mantenho-o informado.
Estou certo de comprovar uma utilidade como ferramenta de reprogramação sistemática de florestas
Sugiro nos manter em comunicação via Facebook, sendo o meu, www.facebook.com/meioambienteproflorestas.
1 forte e fraterno abraço
ac
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Milagres acontecem Águas de Camboriú
SISTEMA SANTAFÉ de Agroflorestas VICS
Introdução:
Introdução:
Face ás enormes oportunidades para conservação e desenvolvimento sustentado de MEIO AMBIENTE, FLORESTAS, ÁGUAS E AR, depois de seis anos de pesquisa e desenvolvimento em parques de conservação com hotelaria de selva integrado e sistemas avançados de engenharia florestal de precisão, está configurado para operações florestais e Mecanismos de Desenvolvimento Limpos, o SISTEMA SANTAFÉ de Agroflorestas VICS (vila indústria consórcio sustentadas).
Inicia-se com o licenciamento da metodologia pelo curso Sustentabilidade Simbiótica que habilita ao uso, para construção científica de FLORESTAS mistas.
Florestas mistas, são conjuntos de árvores, naturais para cumprimento das leis a partir do Código Florestal brasileiro, árvores exóticas, comerciais, para satisfação das necessidades da industria.
Obs. Desde Plano Nacional de Florestas (PNF(dec. 3440 /2000), a madeira vem se valorizando uma média de 40% a.a., por conta do déficit anual de 200.000 hectares ano ( Brasil planta 300.000 ha/ano e precisaria plantar, face a demanda em franca expansão, 500.000 ha/ano.
Exemplo do GEOREFERENCIAMENTO para posterior divisão em quadrantes p/ GPS a liberação de observações on-line PELO SISTEMA Orbit da NASA é garantia para investidores e certificadores.
O curso Sustentabilidade Simbiótica exibe os módulos
1) Módulo legal - Constituição arts. 170 185 e 225 – Código Florestal Brasileiro – Plano Nacional de Florestas – Fundo Nacional de Florestas ANEXO IV
2) Módulo para captura de gases do efeito estufa – Captura de carbono e sua transformação em carteira de créditos certificados pela ONU, autoridade designada no Brasil CONAMA, em conformidade com o protocolo de Kioto
3) Módulo Engenharia Florestal de Precisão Madeira serrada e celulose – Fitoterápicos alimentares e farmacológicos
4) Módulo da Engenharia Financeira e organizacional aplicada Tecnologia da informação e gestão de excelência “traduzida” para o meio rural. ANEXO V
Com base nos trabalhos desenvolvidos em:
Garuva SC – Quatro Barras PR - São Lourenço do Sul RS – Vale do Ribeira SP – São José do Araguaia GO – Nova Airão AM – Teresina PI – Itamarandiba MG (durante 2011).
Entrementes surge a oportunidade única para compra de área, com uma fonte de água mineral, em Camboriú, Santa Catarina. Neste sítio construiremos um viveiro capaz para plantios de quinhentos hectares por ano de FLORESTAS naturais e exóticas , principalmente, pela importância que as FLORESTAS tem, no contexto da mitigação do aquecimento global, como sorvedouros naturais de carbono, missão do Sistema SantaFé de Agroflorestas.
Com certeza da missão divina de plantar as florestas, obra preferida de DEUS, apresento a stake holder´s proprietários, prefeitos e empresários o planejamento para construção do modelo experimental do Sistema SantaFé, como objetivo do Projeto Águas de Camboriú.
Camboriú - Santa Catarina - propriedade a esquerda da estrada com 34 hectares.
Vinte e cinco mil litros de água mineral por hora equivalentes a vinte e cinco MWts hora
Floresta nativa com duzentas e cincoenta espécies da Mata Atlântica, perfeita para a captação certificada de quinhentas mil mudas por ano.
A fonte generosa, forma rios que deságuam na Bacia do Prata
Investigando pelo Google Earth, é possível detectar a oportunidade de reposição de área ciliar, de 5.000.000 de árvores, necessárias apenas para cumprir a Lei.
Ao longo deste rio, até Foz do Iguaçú, cinco milhões de árvores em déficit legal podem representar uma receita de 2.500.000,00 (- 30%) em vinte e quatro meses, desde que em conformidade com as regras do Registro Nacional de Cultivares . Tal receita se proverá através de doações ( 5.000 árvores no mínimo e 50.000 no máximo), á proprietários interessados, se em conformidade com as regras do SOS Mata Atlântica, apoio Bradesco, que paga 0,50 por muda.
Visão dos viveiros/laboratórios que vão ser construídos e terão capacidade de 1.000.000 de mudas por ano, divididas entre as naturais e as exóticas. As primeiras serão doadas á proprietários para replantios ciliares, por força de lei e de consciência as segundas, de acordo com o perfil local, serão destinadas ás necessidades da indústria de celulose e madeira serrada.
Ambas as florestas (serão suficientes para plantio de 500 hectares em torno do viveiro/laboratório) serão reconhecidas pela ONU como sorvedouros de carbono combatendo os gases do efeito estufa e gerando “créditos” de carbono, em conformidade ao protocolo de Kioto
A importância da estratégia de descer os rios, á partir das nascentes, reunindo remanescentes das matas, através do plantio de árvores, diversas em oitenta espécies (regra da ONU), divididas em: as de maior poder fitoterápicos, frutíferas e ameaçadas de extinção. Nesta operação possibilitamos a volta do fluxo gênico, nas verdadeiras estradas da biodiversidade além de maior remuneração por hectare jamais vista em qualquer cultura, em decorrência do diferencial da captura de carbono e sua certificação em créditos (carteira de 0 pela ONU/ protocolo de Kioto..
Abaixo visão de floresta mista (legal+exótica) do Sistema SantaFé de Agroflorestas VICS (vila indústria consórcio sustentadas (Resultado da pesquisa e desenvolvimento florestal e gestão rural por excelência). Em meio á elas há 10.000 tipos de fitorerápicos por hectare e mais dezenas de espécies implantadas em consórcio em meio ás novas florestas.
Cultivar/laboratório/estação de trabalho
Entre receitas acessórias, haverá a de registro de patentes sobre fitoterápicos, farmacológicos e alimentares, através do Banco de Dados que sistematizaremos, para recuperar registrando a sabedoria milenar de índios, ribeirinhos e cablocos.
Neste cultivar, em paralelo, haverá espaço para um laboratório de TI, voltado á operações florestais de precisão e gestão rural de excelência, onde promoveremos qualificação profissional e treinamento para vinte camponesas, que trabalharão no viveiro além de mais cursos anuais para terceiros (incentivo fiscal em Pesq. & Desenv. e qualificação profissional técnica) com liberação de verbas do fundo FAT, desde que conveniado com central sindical/sindicatos rurais e hotel/restaurante.
Acima cultura do eucalipto, as culturas exóticas venderemos plantadas e administradas pelo Sistema SantaFé, cobraremos 3.500,00 por ha (500 mil mudas cobrem 291 hectares em ciclo de 20 anos) contra um faturamento de 7.500/hectare por ano, entre madeira e captura de carbono (100 toneladas por hectare/ano a 21 euros a tonelada ,ratificado em Kancum 2010)
A idéia de construção do hotel escola e instalações complementares, com trinta apartamentos cinco estrelas e balneário, 100% construído com recursos do Funrural, preparado para ensinar profissionais bilingue, para suprir as necessidades da futura copa, em hotelaria, gastronomia, segurança e lazer, (retorno de 300 dólares por treinando pagos pelo fundo FAT).
Poderá ter um aspecto como este:
Planejamento financeiro estratégico:
COMPRA DA PROPRIEDADE:
Opção da terra opção até novembro -> valor pedido 250.000,00-> valor oferecido 150.000,00-> valor ajustado 180.000,00.
Hipótese I : de compra direta
Podemos fazer outra oferta á vista (150.000,00)
Hipótese II:
Compra através da formação de associação ou cooperativa Agroflorestas o que poderá ser feito:
Plano Nacional de Crédito Fundiário (enquadramento resolução 3681 banco central).
Planejamento Tático:
1- Montar um escritório em Camboriú
2- - Abrir uma empresa com o contador de lá (S.A. ltda. cooperativa ou associação)
3- -Abrir uma conta no B.B. local, PJ com capital de 10.000,00 Opção por formar uma associação de no mínimo quatro pessoas cada uma com 3.000,00.
4- Obs. Já tenho integralizado em equipamentos da estação de trabalho (computador 4G impressora, máq. de foto, tablet Android) e softwares)
5- Obs. Segunda Depois da formação e instalação da work station na cidade, em duas semanas, levantamos o financiamento (caso queira ver a resolução solicite ANEXO I.
Após certificação da documentação (escrituras), reservas legais, averbação das reservas, inventário florestal e de acesso/estradas com fotos long. e lat. , estaremos enquadrados no sistema PNCF (teto de 80.000,00 por pessoa e/ou cooperativa/associação e/ou desmembramento da escritura em três módulos e fazemos em três sócios.
PNCF -> Financiamento pelo Plano Nacional de Crédito Fundiário Resolução 3869 de 27 de maio de 2010 -> Anexo I
Financiamento das operações e construções:
PARA OS PLANTIOS DAS MUDAS FLORESTAIS E SISTEMAS DE PERMACULTURA buscamos o financiamento ABC abaixo: ->
Financiamento pelo ABC do Banco do Brasil (Agricultura de Baixo Carbono)
BB ABC - Agricultura de Baixo Carbono
O Programa ABC – Agricultura de Baixo Carbono do Banco do Brasil tem como objetivo incentivar a adoção de técnicas agrícolas sustentáveis que contribuam para a redução das emissões de gases de efeito estufa e ajudem na preservação dos recursos naturais.
São seis as iniciativas apoiadas pelo Programa ABC que visam contribuir para a preservação do meio ambiente e para a sustentabilidade da produção agropecuária:
• Plantio direto na palha
• Recuperação de pastos degradados
• Integração lavoura-pecuária-floresta
• Plantio de florestas comerciais
• Fixação biológica de nitrogênio
• Tratamento de resíduos animais
Beneficiários
Produtores rurais, pessoas físicas ou jurídicas, e suas cooperativas.
Valor Financiável
Até R$ 1 milhão por beneficiário, por ano-safra.
Limite de Financiamento
Até 100% do valor do investimento.
Encargos
5,5% ao ano.
PrazosProjetos Prazos
Implantação de viveiros de mudas florestais Até 5 anos com até 2 anos de carência
Implantação de sistema de integração lavoura-pecuária-floresta Até 8 anos* com até 3 anos de carência
Agricultura orgânica e recuperação de pastagens Até 8 anos com até 3 anos de carência
Implantação e manutenção de florestas de dendezeiro Até 12 anos com até 6 anos de carência
Implantação e manutenção de florestas comerciais Até 12 anos com até 8 anos de carência
Manutenção de área de preservação permanente ou de reserva legal Até 15 anos com até 1 ano de carência
* O prazo pode ser estendido a até 12 anos quando a componente florestal estiver presente.
O Sistema SantaFé prevê o seguro de safra (1/a.a.) e o desconto das safras pelas cédulas de desconto rural do B.B., o que permitirá as formações de provisão em aplicações financeiras (receitas acessórias) e a remuneração anual (7.500,00 por hectare no caso do eucalipto + carbono) em “hedge” ou seja receitas futuras pagas no presente.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Proflorestas para quem ama a terra, a água e o ar
Sabem,
Derrepente, já idoso, passei a amar as florestas.
Desde 1972, quando meu pai o Cel. Naul Azevedo, herói paulista, me fez presidente da Propacar, agência de publicidade em S.P., mandei colocar em todos impressos e comunicações "protejam a natureza as plantas e os índios", também escreví nos taxis paulistas, " use o cinto ele é a sua segurança".
Trinta e um anos atrás eu já amava o meio Ambiente, mas ainda pensava que amar era só a mulheres. Em 2005, no Amazonas, com meu amigo Chicão Conde, descobri que o verdadeiro amor é por DEUS e as coisinhas DELE. As FLORESTAS são xodó especial DELE, não é atoa que iniciou tudo (Genesis)pelo jardim do Edem que afinal era a floresta, tudo era floresta. Daí para frente a SUA maior criação, os humanos só fizeram destruí-las. Hoje, afirmo e desafio a alguem que me corrija, as florestas são o caminho da salvação planetária. elas são o shoping center do planeta. Fazem seis anos que comprendí isso e estou estudando, pesquisando e amando as árvores e sei que é possível replantá-las sistemáticamente. Pensando assim, criei o Sistema SantaFé de Agroflorestas VICS (vila indústria consórcio sustentadas), escreví tudo e passei a ministrar o curso Sustentabilidade Simbiótica que ensina e habilita á plantar florestas, gerar empregos, cuidar do solo, água e ar.Do ar, capturando o carbono o que é bom para trazer dinheiro da ONU para nós.Até 2010, visitei quinze municípios em seis estados brasileiros e falei para mais de 150 pessoas.Metade dormiu outra metade não entendeu nada...
A matéria é complexa, admito um pouco chato e extensa a quantidade de informações que levo e, depois que a maioria topou em fazer florestas assim que eu mostrar o modêlo ou o Sistema piloto, aceitei o convite de um outro maluco beleza, que mora na América do norte a vir para Itamarandiba MG e fazer acontecer. É o que estou fazendo a oito meses e ainda não plantei nenhuma árvore. A ignorância das pessoas, não só daqui mas de Minas como um todo na questão ambiental me deixa absolutamente paralizado. " pode se estar incapacitado por estar capacitado em uma sociedade incapaz" (Emitai Etsioni - Sociologia), mas não desisto. Sou testemunha, durante estes anos de pesquisa e desenvolvimento de crimes como desmatamentos ilegais beira rios,trabalho escravo, fraudes fiscais para obter financiamentos (em Goias o q é generalizado). Aqui em Minas, observo a falta de cidadania da sociedade rural que pratica estes crimes com certeza da impunidade. A impunidade está garantida pela inoperância e incompetência do Ministério Público para onde mandei denuncias e provas e só consegui ser perseguido pelos criminosos, no caso um "consultor" de MS, o que prova a conivência com estes crimes do MP (isso È uma denúncia e de alta gravidade mas quem sou eu?). Isso posto, resolvo fundar o Movimento suprapartidário PROFLORESTAS e meu objetivo é que v. (que leu tudo isso) me ajude a trazer, pessoas, partidos e instituições para a missão de plantarmos e replantarmos as florestas do nosso Senhor. Socorro e obrigado - ojardineiro.co@hotmail.com
quinta-feira, 24 de março de 2011
Uso inteligente dos recursos da terra gerando emprego e renda rural
Lembram-se do Sistema SantaFé?
Inauguro hoje a Floresta Brasil s/a de Itamarandiba, para o desenvolvimento sustentado das florestas e urbano, o município aqui foi condenado como o maior desmatador do bioma Atlântico em 2005.
Vamos fazer alguma coisa haja vista que nada foi feito em seis anos?
Estamos já fazendo.
A tecnologia da informação aplicada ao ambiente rural como AGROFLORESTAS.
Isto é parte do Sistema SantaFé de Agroflorestas VICS (vila, indústria, consórcio sustentadas).
A sequência de atividades de nossa companhia está sendo a formação de uma carteira associando proprietários com 50.000 hectares formados de eucaliptos, de dois a cinco anos, exclusivos para carvoaria, que serão cortados e replantados,pelo nosso cultivar, o "berçário de florestas padrão SantaFé", desta feita dentro dos padrões da ONU para assim podermos transformar a captura de carbono, na ordem de 100 toneladas anuais por hectare, em uma carteira de "créditos" de carbono.
Nosso projeto visa a substituição das florestas de eucaliptos para carvoaria, por "wood chip´s" (bio massa) para exportação, pelo porto (novíssimo) de Ilhéus, conseguindo um aumento de 85% no aproveitamento da massa energética e, consequentemente, radical diminuição das emissões do município de Itamarandiba.
Então, planejamos investigar e inventariar as matas ciliares nos rios Itamarandiba, Araçuaí, entre outros, sistematicamente repondo as árvores faltantes segundo o Código Florestal Brasileiro reformado (serão 15 mts de florestas obrigatórias em cada borda), por doação de nossa cia. á proprietários que assinarão contratos para provarem que as árvores estarão se desenvolvendo em 3 e 7 anos, ganhando parte do carbono que iremos capturar com esta medida legal.
Aqueles proprietários que se interessarem em aplicar o Sistema em suas plantações de eucaliptos, terão privilégios de " contratos de fornecimento" para indústria de biomassa que planejamos implantar em itamarandiba.
Apenas para comentário, saiba que o ar de Itamarandiba, se fosse analisado, teria quase a mesma quantidade de gases do efeito estufa emitidos que a cidade de S. Paulo, tendo como principal poluidor a prática (do séc. 19) de fabricação do carvão, atraso que favorece grandes corporações (ora em declínio) em detrimento a sociedade e quem mais sofre são os filhos e filhas do Vale do Jequitinhonha, patrimônio da biosfera (UNESCO 2005).
Creio que vs., como jornalistas, administradores e biólogos, sabem que até nov. de 20011 TODOS municípios brasileiros terão de fazer seus inventários de emissões e proporem reduções de no mínimo 20%, conforme o acordo firmado pelo Brasil em dez. de 2010 em Cancun no México.
Itamaradiba, portanto, mesmo sem as autoridades terem conhecimento disso, sai na frente com a Floresta Brasil s/a. " o boi que chega primeiro no riacho, bebe a água limpa" e conto com vossa divulgação e participação em nosso sonho de contribuir na Obra do Senhor, pela qualidade de vida humana e o ambiente onde vive.
Inauguro hoje a Floresta Brasil s/a de Itamarandiba, para o desenvolvimento sustentado das florestas e urbano, o município aqui foi condenado como o maior desmatador do bioma Atlântico em 2005.
Vamos fazer alguma coisa haja vista que nada foi feito em seis anos?
Estamos já fazendo.
A tecnologia da informação aplicada ao ambiente rural como AGROFLORESTAS.
Isto é parte do Sistema SantaFé de Agroflorestas VICS (vila, indústria, consórcio sustentadas).
A sequência de atividades de nossa companhia está sendo a formação de uma carteira associando proprietários com 50.000 hectares formados de eucaliptos, de dois a cinco anos, exclusivos para carvoaria, que serão cortados e replantados,pelo nosso cultivar, o "berçário de florestas padrão SantaFé", desta feita dentro dos padrões da ONU para assim podermos transformar a captura de carbono, na ordem de 100 toneladas anuais por hectare, em uma carteira de "créditos" de carbono.
Nosso projeto visa a substituição das florestas de eucaliptos para carvoaria, por "wood chip´s" (bio massa) para exportação, pelo porto (novíssimo) de Ilhéus, conseguindo um aumento de 85% no aproveitamento da massa energética e, consequentemente, radical diminuição das emissões do município de Itamarandiba.
Então, planejamos investigar e inventariar as matas ciliares nos rios Itamarandiba, Araçuaí, entre outros, sistematicamente repondo as árvores faltantes segundo o Código Florestal Brasileiro reformado (serão 15 mts de florestas obrigatórias em cada borda), por doação de nossa cia. á proprietários que assinarão contratos para provarem que as árvores estarão se desenvolvendo em 3 e 7 anos, ganhando parte do carbono que iremos capturar com esta medida legal.
Aqueles proprietários que se interessarem em aplicar o Sistema em suas plantações de eucaliptos, terão privilégios de " contratos de fornecimento" para indústria de biomassa que planejamos implantar em itamarandiba.
Apenas para comentário, saiba que o ar de Itamarandiba, se fosse analisado, teria quase a mesma quantidade de gases do efeito estufa emitidos que a cidade de S. Paulo, tendo como principal poluidor a prática (do séc. 19) de fabricação do carvão, atraso que favorece grandes corporações (ora em declínio) em detrimento a sociedade e quem mais sofre são os filhos e filhas do Vale do Jequitinhonha, patrimônio da biosfera (UNESCO 2005).
Creio que vs., como jornalistas, administradores e biólogos, sabem que até nov. de 20011 TODOS municípios brasileiros terão de fazer seus inventários de emissões e proporem reduções de no mínimo 20%, conforme o acordo firmado pelo Brasil em dez. de 2010 em Cancun no México.
Itamaradiba, portanto, mesmo sem as autoridades terem conhecimento disso, sai na frente com a Floresta Brasil s/a. " o boi que chega primeiro no riacho, bebe a água limpa" e conto com vossa divulgação e participação em nosso sonho de contribuir na Obra do Senhor, pela qualidade de vida humana e o ambiente onde vive.
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